Toda essa insensibilidade
que me rodeia,
apaga a luz de minha razão.
Sigo no escuro,
submerso num lago
repleto de mágoas minhas,
de autoria de outrem.
Inclino a cabeça
para tentar respirar
o ar da orientação.
Mas continuo a seguir
trôpego e desorientado.
Sigo fadigado e desacreditado,
tanto, tanto, mas tanto,
que não consigo enxergar
a centelha que emana
a luz da minha reorientação.
Mas eu sei que ela existe.
Eu sei que existe gente
com coração.
Apesar de toda essa
frustração.
Marcelo Albertini
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